quinta-feira, 9 de junho de 2011

Lágrimas Ocultas - Florbela espanca

Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era q'rida
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...

E a minha triste boca dolorida
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono da esquecida!
 
E fico, pensativa, olhando o vago...
Tomo a brandura plácida dum lago
o meu rosto de monja de marfim...
 
E as lágrimas que choro, branca  e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim! 
 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O texto lírico: escrever à maneira de....


Sei que seria possível construir um mundo justo
Tendo os nossos direitos,
Rodeados de igualdade,
Construindo a liberdade,
Criando a felicidade,
Acabando com a fome,
Destruindo a pobreza,
O racismo e as diferenças.
Amaremos a Natureza
Parando as guerras e os ódios
Unidos como irmãos
Sonhando juntos
Construiremos um mundo melhor.

Juliana Fernandes nº14
Alexandra Portela nº1 

Projeto ler +


Titulo: O Salvador

Autor: Maria Teresa Maia Gonzalez

O Salvador era um adolescente, que apesar da sua idade já tinha muita maturidade e responsabilidade. Ele fazia parte de um grupo, o Horas Vivas, que ajudavam pessoas com dificuldades.
O seu grupo participava em varias campanhas de solidariedade e todos os dias à noite, fazia uma ronda pelas ruas da cidade para levar comida e roupa aos sem abrigo. Sempre que regressava a casa ficava a pensar naquela noite, nas pessoas que naquele momento estariam com frio e fome enquanto ele estava no conforto da sua casa. O Salvador queria sempre fazer melhor e nunca se sentia cansado do que fazia.    
Foi nessas rondas, que um dia reencontrou um familiar desaparecido, um sem-abrigo. Este reencontro deixou-o muito orgulhoso por ter ajudado uma pessoa tão especial e isso deu-lhe força para não desistir de continuar a ajudar quem mais precisa.
Eu gostei deste livro porque deixou-me mais alerta para a dificuldade das pessoa que vivem abandonadas, a viver nas ruas e a passar dificuldades, enquanto uma simples atitude nossa pode fazer a diferença nessas vidas.  

Noite de Teatro em Vila Cova

No passado dia 27, realizou-se uma noite de teatro em Vila Cova. Foram representadas 4 peças pelos alunos do 6ºC, 8ºA, 9º ano e MIMARTE.
Todos os atores estão de parabéns!
Foi uma noite espetacular. Temos de repetir.
 
http://vimeo.com/24504666

Visita de estudo a Coimbra

quarta-feira, 1 de junho de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Rir faz bem !!!


      1ª Verdade: Uma pessoa não consegue tocar com a língua em todos os dentes que tem na boca...
     2ª Verdade: Todos os idiotas, depois de lerem a primeira verdade, tentam tocar com a língua em todos ..... os dentes que têm na boca…
3ª Verdade: E descobrem que a primeira verdade é mentira.
4ª Verdade: Agora, tu estás a sorrir – porque concordas que és idiota.
5ª Verdade: Em breve vais enviar esta idiotice para mais uns quantos idiotas.
6ª Verdade: Continuas com um sorriso idiota na cara. Fica-te bem!!!
Não vale a pena ficares chateado… Rir faz bem !!!

 

"Falar Verdade a Mentir"- recolha de provérbios

"Com uma mentira se apanha uma verdade"
"Atrás da mentira, mentira vem"
"Vale mais ser vencido dizendo a verdade, que triunfar pela mentira"
"Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo"
"O mentiroso faz dois esforços: mentir e segurar a mentir"
"Quem diz a verdade, não merece castigo."
"A verdade só se envergonha de estar oculta."

Almeida Garrett


João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett nasceu em 1799 no Porto e faleceu em Lisboa em 1854 .
É provavelmente o escritor português mais completo de todo o século XIX, pois nos deixou obras-primas na poesia, no teatro e na prosa.
Na infância recebeu uma formação religiosa e clássica.
Concluiu o curso de Direito em Coimbra, onde aderiu aos ideais do liberalismo.
Em 1823, após a subida ao poder dos absolutistas, é obrigado a exilar-se em Inglaterra onde inicia o estudo do romantismo (inglês), movimento artístico-literário então já dominante na Europa.
Regressa em 1826 e passa a participar na vida política mas tem de exilar-se novamente em Inglaterra em 1828. Em 1832, na Ilha Terceira, incorpora-se no exército liberal de D. Pedro IV e participa no cerco do Porto.
Exerceu funções diplomáticas em Londres, em Paris e em Bruxelas. Após a Revolução de Setembro (1836) foi Inspector Geral dos Teatros e fundou o Conservatório de Arte Dramática e o Teatro Nacional.
Com a ditadura cabralista (1842), Garrett é posto à margem da política e inicia o período mais fecundo da sua produção literária. Durante a Regeneração (1851) recebe o título de visconde e é nomeado Ministro dos Negócios Estrangeiros. 

Tem o grande mérito de ser o introdutor do Romantismo em Portugal ao nível da criação textual.
Obras:

  • Camões 
  •  D. Branca 
  • Folhas Caídas 
  • Um Auto de Gil Vicente

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A Lei do Estudante

  1.  O aluno tem sempre razão, ainda que nunca lha dêem.
  2. Não pinta a mesa, só a decora
  3. Não deixa o seu exame em branco porque não sabe as respostas, mas porque elas não cabem num simples papel.
  4. Não se distrai, estuda as moscas.
  5. Não lê revistas, só se informa.
  6. Não escreve bilhetinhos ou cartas, estuda outros meios de comunicação.
  7. Não dorme nas aulas, reflete.
  8. Não rouba as respostas no exame, só as guarda num local seguro.
  9. Não mastiga pastilhas, fortalece o maxilar.
  10. Não chumba, chumbam-no.
  11. Não atira papeis, estuda a lei da gravidade.
  12. Não chega tarde as aulas, os outros é que se adiantam.
  13. Não se fixa no profe, olha o ecrã de plasma sem fundo (ou seja, a janela).
  14. Não se ri nas aulas, é feliz, que é muito diferente.
  15. Não copia, consulta as suas dúvidas.
  16. Não fala, troca opiniões.
  17. Não arma discussão, os seus colegas é que reclamam o seu ponto de vista.
  18. Não faz os TPC, não porque não queira, mas para não gastar papel.
  19. Não diz palavrões, desabafa.
  20. Não inventa as respostas de um exame, apenas desenvolve a sua criatividade.

quinta-feira, 31 de março de 2011

"A Gata Borralheira"- Como poderia ter sido evitada a morte de Lúcia?


Lúcia entrou paragem cardíaca, o seu coração parou como um relógio sem pilhas.
Nesse momento, entrou um convidado naquela sala, que pediu imediatamente ajuda. Sacou o telemóvel do bolso e marcou 112.
- Eu encontro-me numa casa grande cor de rosa, onde está a decorrer um baile, na Rua D. Bárbara I, nº142.
- Como se encontra a vítima?
- Está desmaiada e muito pálida. Não sei bem o que aconteceu porque quando cheguei ela já estava aqui.
- Mantenha todos a calma que nós já vamos a caminho. Por favor coloque a vítima em posição de segurança, caso saiba.
Alguns instantes depois, ouviu-se o som característico do INEM. Os médicos entraram tão rapidamente que pareciam um trovão. Fizeram todos os possíveis e os impossíveis para a salvar, mas não!!! Era tarde demais, ela acabou por morrer. Toda, toda a sua riqueza, tudo o que ela queria e ambicionava estava perdido.


Alexandra nº1
Bárbara nº5
Juliana nº14
Tânia nº19

quinta-feira, 24 de março de 2011

Puzzle do Dia do Estudante

"Estuda como se vivesses para sempre, vive como se fosses morrer amanhã."

Faz este puzzle sobre o Dia do Estudante... diverte-te!

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher


            Bisavó, avó, mãe, tia, irmã, mas acima de tudo mulher. Ser mulher é dar tudo o que tem. A mulher é um ser inexplicado e não compreendido pelos outros.
            Difícil é ser mulher. Secar lágrimas e correr até ao fim do mundo por um objetivo. Seguir em frente mas nunca se esquecer das recordações. Nunca esquecer o mal mas viver com ele sem que a interrompa.
            Mulher é cuidar… pintar o seu destino de várias cores… ensinar ao outros tudo o que lhe foi ensinado.  É sonhar alto e depois não cair, e se alguma vez cair levantar-se de cabeça erguida e com orgulho. Mulher é viver um dia não esperando pelo seguinte. É ter duvidas e mais duvidas e mesmo ajudar quem as tem.
            A mulher tem força, tem espírito. A mulher sabe perder com dignidade.                       
            Ser mulher é querer ser livre , querer voar, sem rumo e sem ter onde parar…
 Feliz Dia Internacional da Mulher!

Feliz Carnaval !! :)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O que fazer se ocorrer um sismo?

Durante o sismo:
  • Não entres em pânico!
  • Abriga-te no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama. Tem atenção à queda de vidros e de outros objectos que te possam ferir. Nunca te abrigues debaixo de uma mesa de vidro!
  • Depois de te refugiares num local seguro ajoelha-te, coloqua a cabeça junto aos joelhos, aperta as mãos firmemente por trás do pescoço e proteje os lados da cabeça com os cotovelos;
  • Não te precipites para as saídas, evitando as escadas que são o elemento mais frágil do edifício.
  • Não acedas às varandas e nunca utilizes os elevadores, pois podem ficar bloqueados.
  • Se estiveres na rua afasta-te de edifícios e postes eléctricos, e dirige-te para um espaço amplo. 
  • Não circules pelas ruas.
Depois do sismo:

  • Mantém a calma.
  • Não deixes ninguém fumar, não acendas fósforos ou isqueiros – pode haver fugas de gás.
  • Liga o rádio e cumpre as recomendações que forem difundidas.
  • Limpa os produtos inflamáveis que tenham sido derramados (álcool ou tintas, por exemplo).
  • Evita passar por locais onde existam fios eléctricos soltos.
  • Não utilizes o telefone, excepto em caso de extrema urgência (feridos graves, fugas de gás ou incêndios).
  • Corta a água e o gás e desliga a electricidade.
  • Não circules pelas ruas para observar o que aconteceu. Liberta-as para as viaturas de socorro.
Lugares seguros em casa:
  • Vão de portas interiores, de preferência em paredes-mestras.
  • Cantos das salas.
  • Debaixo de mesas, camas e superfícies estáveis.
  • Longe das chaminés,janelas e espelhos.
  • Fora do alcance de objectos, candeeiros e móveis.

Lugares mais perigosos:
  • Saídas.
  • Junto a janelas, espelhos e chaminés.
  • Junto a objectos que possam cair.
  • No meio das salas.

Algumas dicas para ajudar o Ambiente

  • Mantenha as torneiras fechadas enquanto está a escovar os dentes, a ensaboar as mãos ou o corpo no duche. Nada de banhos de imersão!
  • Na altura de lavar a roupa, utilize apenas a máquina quando estiver cheia.
  • Usar lâmpadas fluorescentes (poupa muito CO2!).
  • Opte por conduzir menos, utilizando transportes públicos e bicicleta ou andar a pé.
  • Se colocar no depósito do autoclismo uma garrafa de plástico cheia de água está a reduzir a quantidade de água por cada descarga.
  • Evitar produtos com embalagem (evitar principalmente as de plástico).
  • Optar por produtos de agricultura biológica.
  • Usar papel reciclado (evita o abate de novas árvores).
  • Evitar sempre trazer sacos plásticos das compras. Prefira um saco reutilizável de material ecológico.
  • De dia aproveita a luz solar.
  • Não te esqueças de desligar a televisão e outros aparelhos, no botão e não no comando.
  • Para quem conduz, usar sempre pneus cheios (reduz ao consumo de combustível).
  • Fecha as torneiras enquanto lavas os dentes e/ou fazes a barba.
  • Antes de imprimires algo, pensa se é realmente necessário fazê-lo, podes envia-los por e-mail.
  • Escreve nos dois lados da folha.
  • Retirar electrodomésticos não usados das tomadas (poupa considerável energia).
  • Enquanto espera que a água aqueça para tomar banho, encha um garrafão ou balde. Essa água pode ser utilizada para outros fins.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Atividade Prática

Na aula de Físico-química, criamos o nosso “pega-monstro”. Deixo a planificação da experiencia para poderes formar o teu próprio ”pega-monstro”. 

Material:
Copos de precipitação
Vareta de vidro
Proveta de 25ml
Proveta de 20ml
Proveta de 5ml

Reagentes:
Solução aquosa de borato de sódio
Cola líquida
Corantes alimentares
Água destilada

Procedimento:
Deitar cerca de 25ml de cola num copo e 20ml de água, misturando bem.
Acrescentar 3 a 5 gotas de corante.                   
Adicionar 5ml de solução de borato de sódio e misturar bem. Está pronto!

Argumento para um filme - E.V

Vitima
Ana e Inês eram irmãs gémeas, muito parecidas e ao mesmo tempo muito diferentes. A Ana era uma miúda muito independente, corajosa e rebelde enquanto a Inês era uma rapariga calma, que não gostava de confusão. Elas nunca se deram bem e quando fizeram dezoito anos, a Ana saiu de casa dos pais. Aventurou-se pelo mundo com uns amigos, esquecendo-se da família. Ninguém soube dela durante muitos anos, até que um dia tudo mudou.
Certo dia, Inês foi surpreendida ao sair de casa: uma serie de polícias estavam à sua espera. Não sabia o que se passava mas mesmo assim foi com eles para a esquadra.
Quando lá chegou, levaram-na para uma sala, com um ar pouco acolhedor, e foi aí que percebeu o que se passava: era acusada de uma assalto e dois homicídios. Tinham chegado até ela pelas câmaras de vigilância.
Aquela notícia foi uma surpresa para ela! Não sabia o que se estava a acontecer.
Inês lembrou-se espontaneamente da sua irmã mas rapidamente tentou afastar a ideia pois ela não seria capaz de tal facto.
Ela permaneceu presa durante as investigações, aproveitando esse tempo para pensar no que lhe tinha acontecido. Apesar de não querer, ela só se lembrava de Ana. Na sua cabeça não havia outra hipótese. Elas eram muito parecidas fisicamente por isso facilmente as confundiriam.
Ela sabia que não tinha muitas possibilidades de sair em liberdade, então ela acabou por contratar um detetive para encontrar alguma informação, que a pudesse ajudar.
Passado algum tempo, o detetive continha todas as provas para a salvar, mas na noite anterior ao dia em que iria entregar tudo, ele foi encontrado morto e as provas nunca se encontraram.
Apesar de muitas tentativas, Inês nunca consegui provar a sua inocência e acabou por ser condenada à morte, morrendo de uma forma terrível: queimada viva.    

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Peça de Teatro " Falar Verdade a Mentir" de Almeida Garrett

No passado dia 17 de Fevereiro, fomos ao Porto, ver uma peça de teatro ”Falar Verdade a Mentir” de Almeida Garrett.
 É um espectáculo que gira em torno do casamento de Duarte e Amália.
Duarte (mentiroso compulsivo), vê o seu futuro comprometido ao saber que Brás Ferreira, negociante do Porto e seu futuro sogro, veio a Lisboa com o intuito de o apanhar numa mentira para desfazer o casamento.
Felizmente, sem o saber, Duarte conta com dois grandes aliados: Joaquina e José Félix que, com o objectivo de receberem "cem moedas" de dote no dia do casamento de Duarte e Amália, o irão ajudar a sair airosamente de todas as mentiras criadas.
Um espectáculo de franca comicidade, onde o público estabelecerá, certamente, uma relação "muito forte" com Joaquina e José Félix.
Um espectáculo verdadeiramente hilariante!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, no dia 6 de Novembro de 1919. Foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante prémio literário da língua portuguesa, o Premio Camões, 1999.
Tem origem dinamarquesa pelo lado paterno. O seu bisavô desembarcou um dia no Porto e nunca mais abandonou esta região, tendo seu filho comprado, em 1895, a Quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico do Porto.
Criada na velha aristocracia portuense, educada nos valores tradicionais da moral cristã, foi dirigente de movimentos universitários católicos quando frequentava Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Colaborou na revista Cadernos de Poesia. Veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal.
Casou-se, em 1946, com o jornalista, politico e advogado Francisco Sousa Tavares e foi mãe de cinco filhos. Foram os seus filhos que a motivaram a escrever contos infantis.
Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pelo seu Livro Sexto. Distinguiu-se também como contista (Contos Exemplares) e autora de livros infantis. Foi tradutora de Dante Alighieri e de Shakespeare e membro da Academia das Ciências de Lisboa. Para além do Prémio Camões, ainda foi distinguida com o Prémio Rainha Sofia, em 2003.
Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu, aos 84 anos, no dia 2 de Julho de 2004.